A solidão é um dos maiores desafios enfrentados pelos idosos em Portugal. Vários estudos mostram que o isolamento social aumenta o risco de depressão, ansiedade, perda de memória e até declínio físico. Por isso, o apoio domiciliário não deve ser visto apenas como auxílio físico, mas também como um serviço de participação social e emocional.
A presença de um assistente domiciliário traz conversas, passeios, jogos cognitivos, leituras, ajuda na comunicação com familiares e até apoio em consultas e exames. Este acompanhamento contribui para manter o idoso mentalmente ativo e emocionalmente equilibrado.
O impacto é visível: idosos acompanhados regularmente mantêm melhor humor, maior motivação para realizar tarefas e maior vontade de socializar. Em muitos casos, estas interações previnem estados depressivos e atrasam o declínio cognitivo, sendo um complemento fundamental ao cuidado médico.
A Importância da Companhia e do Acompanhamento Social no Envelhecimento




